quinta-feira, 29 de abril de 2010

BASTARDOS INGLÓRIOS (Crítica)


BASTARDOS INGLÓRIOS


“Era Uma vez uma França ocupada pelos Nazistas”. É assim que começa o primeiro capítulo da mais nova saga de vingança de 162 minutos, criada pelo visionário diretor Quentin Tarantino (Kill Bill; Pulp Fiction).
Ambientado na segunda guerra mundial, a fita mostra a jornada de um grupo de soldados americanos formados por judeus, através das linhas inimigas, com o objetivo de matar nazistas, com requintes de crueldade. Este grupo é conhecido como “Os Bastardos” e é liderado pelo tenente Aldo Raine, interpretado por Brad Pitt. Entretanto, a película, elegantemente dividida em atos, vai explorando outros núcleos, a exemplo da sobrevivente de uma família judia, Shosanna Dreyfus que após testemunhar a execução de sua família, consegue dirigir um cinema em Paris, e também o plano de Bridget von Hammersmark, uuma famosa atriz alemã interpretada pela Diane Kruger, em uma missão para derrubar os líderes do Terceiro Reich, em conjunto com Os Bastardos, na premiere de um filme nazista marcada para acontecer no cinema de Shosanna. O espectador logo percebe que todos os núcleos estão ligados, formando assim uma única trama, onde a tensão aumenta a cada cena, pois cada um destes personagens são perseguidos pelo coronel nazista Hanz Landa, interpretado pelo austríaco Christoph Waltz, que ganhou o Oscar por este filme.
O interessante em Bastardos Inglórios é que, apesar de todas as marcas de Quentin estarem na tela, como os diálogos de mais de meia hora, o sangue exacerbado, as singulares torturas e uma trilha sonora repleta de homenagens, este é um filme que marca o início de uma nova fase do diretor. Uma fase mais adulta, criativa, visual e pop na medida certa. A fotografia envolve a platéia, transportando os espíritos para a época em questão, o roteiro, embora fantasioso, é muito bem escrito, sabendo os momentos certos de mudar cena e organizar a trama de modo que a tensão vá evoluindo aos poucos até chegar ao seu majestoso ápice e, a direção de Quentin, cada vez melhor, apostando nos closes e na interpretação dos atores para contar uma boa história. Dirija-se à locadora mais próxima e garanta esta fantasiosa viagem pela história.



Lucas C. S. Portela.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

APRESENTAÇÃO

Olá, eu sou Lucas C. S. Portela, estudante de Salvador-BA.
Trabalho escrevendo romances e como pesquisador, além de participar de projetos como voluntário na área de linguagens. Sou estudante do curso de Refrigeração Industrial do IFBA.

Este blog é destinado às minhas produções críticas na área de cinema, que são publicadas no Jornal Lente Azul.

POR QUÊ "Apreciando Gêneros"?

Bom, vivemos em um mondo repleto de pessoas que seguem apenas um estilo para se vestir, para leitura, cultura e etc. Temos indies, pseudo-intelectuais, alternativos, pipocas, góticos, emos, teens e adjascências.
Assim também é o cinema. Mas o que está acontecendo é que muitas vezes as pessoas não se preocupam em enteder os diversos gêneros da Sétima Arte. Dizem simplesmente que "não gostam de terror, ou comédia, ou dramas". Apontam certos diretores/roteristas como bons ou ruins, sem procurar seus acertos na obra. Assistem a filmes, mas não apreciam os gêneros do cinema.
Todo e qualquer gênero é válido!! E eu pretendo mostrar isso! Terrir, comédia, besteirol, terror, drama, musical, suspense, ação, aventura, épicos e afins, desde que seus realizadores saibam fazê-los, pois é nestes erros que nascem os FILMES RUINS.

A partir de 26/04/2010 começam as minhas críticas, positivas ou não, dos filmes que assisto. O espaço é aberto a todos, para concordar ou não com meus pensamentos, pois a reflexão e o debate são muito bem-vindos, assim como você, visitante!!

Volte sempre e bom filme!!

Lucas C. S. Portela.